Idealizador do Movimento Brasil Mais Digital estará presente no evento

O empresário Romeu Escanhoela (39), associado do movimento Livres, estará presente no dia da abertura (15/4) do Expo Favela 2022. Escanhoela é idealizador do Movimento Brasil Mais Digital, lançado no final de 2021 com o intuito de identificar os problemas da falta de digitalização e transparência nos órgãos públicos brasileiros, além de cobrá-los através de uma petição pública que está online em: https://brasilmaisdigital.com.br .

O site da petição já conta com mais de 6.000 assinaturas e identifica diversos problemas de digitalização e transparência de vários órgãos públicos brasileiros e detalha qual é a solução que os seus dirigentes podem encontrar. Como exemplo, atualmente, o Banco do Brasil (BB) não oferece um sistema online de consulta da veracidade de um cheque administrativo emitido pelo próprio banco, sendo que o site do movimento cobra o BB para realizar esse aprimoramento.

Outro problema identificado pelo Movimento Brasil Mais Digital é o descaso das prefeituras e governos dos estados em relação a dados importantes que poderiam ser gerados para melhorar os serviços públicos, como no transporte público, onde o usuário poderia receber um alerta em seu celular para avaliar a viagem, a limpeza e a lotação daquele transporte, sendo que essa informação poderia impactar na qualidade do serviço oferecido ao cidadão, por exemplo.

O movimento já conseguiu a primeira vitória, quando citava o problema da necessidade de prova de vida, presencial, dos idosos para recebimento da aposentadoria, sendo que muitos idosos têm problemas de locomoção. Com essa pressão popular, foi sancionada a lei que exige que o próprio Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) busque informações, através de cruzamento de dados, para identificar se determinado beneficiário está vivo e apto para receber a aposentadoria, sem qualquer necessidade de locomoção.

“Existe uma infinidade de ações que os órgãos públicos poderiam fazer para melhorar a vida da população. Algumas, realmente, são esbarradas na questão de integração tecnológica, mas, a grande maioria é só vontade e uso da capacidade intelectual de quem está lá dirigindo o órgão público”, afirma Romeu Escanhoela, idealizador do movimento.

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