O Ibovespa iniciou a sexta-feira, 11, sem direção clara. Desde a abertura, oscila entre pequenas altas e baixas muito perto do fechamento de quinta-feira, 10, novo recorde histórico (93.805,93 pontos). Há espaço para realização de lucros, visto que a valorização no ano é de mais de 6%.

Às 10h28, o Ibovespa caía 0,16% aos 93.654 pontos com a pressão negativa de blue chips como Bradesco, Itaú Unibanco e Petrobrás. Na máxima, marcou 93.961 pontos em alta de 0,17%. Na mínima, foi aos 93.560 pontos, em queda de 0,26%.

O dólar, que oscilou entre altas e baixas ante o real, operava com leve valorização, na casa dos R$ 3,71, pouco antes do meio dia.

Entre os destaques de alta na Bolsa brasileira estão as ações da Embraer que reagem à decisão do presidente Jair Bolsonaro, anunciada na noite de quinta-feira, de que não vai vetar a venda de parte da área de aviação comercial da companhia para a Boeing. Perto do horário acima, os papéis ON estavam entre as maiores altas do Ibovespa, com avanço de 6,86%.

Outra notícia corporativa positiva apoia a alta da AmBev. A Anheuser-Busch InBev (AB InBev), controladora da companhia brasileira, opera em forte alta na Bolsa de Bruxelas após relatos de que a cervejaria considera lançar uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações na Ásia. Por volta das 9h40, o papel da AB InBev saltava 4,85% no mercado belga, a 64,19 euros.

Da agenda doméstica, o destaque foi o IPCA de dezembro, que encerrou 2018 com alta de 3,75% no ano, dentro do intervalo das expectativas, segundo o Projeções Broadcast. O porcentual é o mais baixo desde maio de 2018 (2,86%). Da agenda do dia, há forte expectativa sobre a inflação norte-americana ao consumidor, previsto para esta sexta às 11h30.

Fonte Oficial: Estadão

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