“Se os governantes não ouvirem nossos pleitos, concluiremos o primeiro semestre deste ano com mais da metade dos salões completamente falida”, enfatiza Luis Cesar Bigonha, presidente do sindicato Beleza Patronal e vice-presidente do Conselho de Serviços da FecomercioSP
(Arte: TUTU)

Os salões de beleza paulistas enfrentam graves problemas para impedir o fechamento do negócio, uma vez que a falta de classificação da atividade como essencial proíbe o seu funcionamento, em todo o Estado, nas fases emergencial e vermelha do Plano São Paulo. Diante da incerteza sobre por quanto tempo os estabelecimentos poderão permanecer abertos, diante do cenário atual, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apoia a articulação do Sindicato Beleza Patronal em prol dos empresários do setor.

Desde o começo de março de 2021 sem poder abrir, diante das atualizações do Plano São Paulo, os salões do Estado poderão reabrir a partir do dia 24 de abril, das 11h às 19h, conforme definido pela chamada “Fase de Transição”. O setor estava sem atender ao público desde o início de março, com a implementação da Fase Vermelha no Estado.

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A categoria enfatiza que após ficar sem poder trabalhar por tantas semanas e com as incertezas sobre por quanto tempo poderão funcionar e quanto tempo deverão ficar fechados, impossibilita qualquer empresário de arcar com as obrigações, como o pagamento de contas. Assim, o sindicato pede ao Poder Público isenção de impostos, flexibilidade no pagamento das contas de água e gás e impedimento do corte de fornecimento destes serviços, além de ajuda para honrar outras despesas, como aluguéis e salários.

Foi esse o pleito levado pelo Sindicato à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, que atendeu ao pedido do setor. Nele, o presidente do sindicato Beleza Patronal e vice-presidente do Conselho de Serviços (CS) da FecomercioSP, Luis Cesar Bigonha, enfatizou a necessidade de amparo à atividade econômica. “A Beleza pede socorro. Se os governantes não ouvirem nossos pleitos, concluiremos o primeiro semestre deste ano com mais da metade dos salões completamente falida. Esperar tudo isso acontecer é permitir que os próprios Estado e município deixem de arrecadar, pois, além de termos grande número de pessoas jurídicas falidas, aqueles que permanecerem voltarão à informalidade.”

Os pedidos são reforçados pela FecomercioSP, que tem dialogado com as diversas esferas dos governos, em parceria com o sindicato Beleza Patronal em reuniões com as autoridades. Além disso, a Federação vem solicitando medidas emergenciais de flexibilização trabalhista, mais crédito, prorrogação dos prazos e parcelamento para pagamento de impostos, entre outras iniciativas para amparar empresas e empregos.

Em recente reunião com o secretário especial-adjunto de Trabalho e Previdência, Dr. Adler, Bigonha enfatizou que “medidas provisórias similares às MPVs 927 e 936/2020, com texto mais robusto e mais celeridade na publicação pelo governo federal, já seriam um ponto de partida para os empresários da beleza”.

Assista aqui ao vídeo gravado pelos profissionais e artistas que apoiam o setor. 

Manifesto

A atuação da FecomercioSP em prol de todos os setores foi reforçada recentemente, com publicação nos principais jornais do País de um manifesto, no último dia 7, no qual destaca que as empresas precisam de auxílio, cobrando, ainda, articulação nacional para manter a estrutura econômica nacional e a sobrevivência das empresas.

De forma geral, a Entidade tem atuado na ampliação de linhas de crédito para pequenas empresas; no parcelamento de débitos tributários; na revogação imediata do aumento do ICMS; e na implantação do take away para estabelecimentos fechados.

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Fonte Oficial: FecomercioSP

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