Um estudo desenvolvido em parceria com diversas instituições de pesquisa brasileiras que integram a Rede Zika vai permitir, pela primeira vez, mapear alterações moleculares no cérebro de bebês que nasceram com a Síndrome da Zika Congênita. O resultado da pesquisa, que explica o motivo de algumas mães infectadas pelo vírus na gravidez terem tido bebês com microcefalia, enquanto outras não, acaba de ser publicado na revista Science Signaling, da American Association for the Advancement of Science. Assinado por 32 pesquisadores brasileiros, o artigo é um reconhecimento ao mérito científico da Rede Zika, formada por

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Fonte Oficial: Finep

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