Gama destaca que a pandemia tirou preconceitos em relação ao digital, mas que isso não significa que esse canal será o único usado pelo consumidor
(Arte: TUTU)

A aceleração digital pela qual as empresas passam desde o início da pandemia do covid-19 quebrou paradigmas, mas a alta demanda por tecnologia na crise não significa que o contato físico será dispensado, segundo aponta o CEO da escola de negócios HSM, Reynaldo Gama, na série Mercado & Perspectivas, uma iniciativa da FecomercioSP.

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Em sua análise, ele destaca que a pandemia tirou preconceitos em relação ao digital e acredita que, hoje, as empresas, além de olhar para os próprios processos, precisam estar atentas ao consumidor. Até o início da pandemia, Gama afirma que 70% dos cursos da empresa eram presenciais, e, atualmente, tudo é online. Em abril, a HSM capacitou em torno de 7 mil pessoas de grandes empresas de maneira totalmente digital. Apesar dos bons resultados, ele alerta que esses dados podem mudar a curto e médio prazos e diz não existir uma verdade absoluta.

“As empresas precisam se relacionar de forma mais digital com os clientes e também internamente. Aqueles que ocupam cargos de liderança, por exemplo, tiveram que se adaptar para conduzir os times de forma remota. Aqui, na HSM, já tenho indícios de clientes que dificilmente vão comprar cursos no formato presencial mesmo com o fim da pandemia, ao passo que outros vão preferir usar a forma híbrida [online e presencial], e alguns vão escolher aulas presenciais assim que for permitido”, explica Gama.

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Fonte Oficial: FecomercioSP

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