Mesmo com o nome de Black Friday, os saldões de novembro começaram nesta quinta-feira, 22. Depois das Casas Bahia, que lançou as promoções às 10h, foi a vez do Extra, localizado na Avenida Ricardo Jafet, na zona sul de São Paulo, que abriu as portas pouco antes das 20h. 

A expectativa da empresa é de que o movimento da loja se converta em vendas. “A gente vende numa Black Friday 6 vezes o volume de vendas de uma sexta-feira comum”, conta Christine Cruz, gerente de vendas do Extra. O supermercado anuncia descontos de 30% a 50% nos produtos e até 60% no “bazar Extra”.

O impulso gerado pelas promoções relâmpago é um dos motivos para as compras. Cláudia Hernandes, psicóloga, queria uma cafeteira, mas seu carrinho de compras saiu carregado com TV e Xbox para o filho, Yago Lucas, que vai pagar essa parte da compra.

O jovem conta que pesquisou preços em aplicativos para ver se as ofertas compensavam. Na hora da promoção relâmpago, foi ele quem entrou na bagunça para garantir o televisor.

As televisões foram os produtos que mais movimentaram a noite de ofertas. Com pelo menos três modelos em preços especiais da Black Friday, houve quem aproveitasse para comprar mais de uma, ou realizar a compra para parentes.

Para outras pessoas as compras são mais controladas. Kelly Melo, gerente de marketing, conseguiu a lavadora esperada depois de pesquisar preços e se planejar para a compra deste ano. “Eu não compro o que eu não preciso. Ano passado não comprei nada. Ano retrasado comprei uma televisão”, diz.

O Extra afirma que nos últimos 8 anos, nos quais realizou promoções de Black Friday, houve crescimento das vendas. “A expectativa deste ano é de um crescimento de dois dígitos, uma raridade na economia brasileira”, diz a diretora Christiane Cruz.

Fonte Oficial: Estadão

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