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Por que 2026 tem tudo para ficar conhecido como o “ano dos Agentes de IA”?

Quando gostamos e estamos muito interessados em um determinado assunto, é mais do que natural acompanhar de perto as tendências que vão chegando ao mercado. E, nos últimos anos, tenho visto que muita coisa mudou na forma como nós interagimos com a tecnologia, especialmente quando se trata de Inteligência Artificial.

O que antes era distante tornou-se simples e prático. Em 2025, o uso da IA Generativa passou a ser tão natural que bastava abrir o navegador ou o aplicativo e fazer uma pergunta. Pronto, você já tem a receita para o seu jantar, uma dica de livro para ler ou a forma mais rápida de resolver um problema, como uma dor de cabeça, por exemplo.

Segundo o estudo feito pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), “The Impact of Tech in 2026”, essa proximidade estaria dando início a uma nova fase da relação entre pessoas e robôs, a dos Agentes de IA, que promete mudar completamente as respostas e a nossa relação com essa tecnologia pelos próximos anos.

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E o que esperar desse novo cenário tecnológico?

No Brasil, 64% dos líderes acreditam que a inovação, exploração e adoção de Agentes de IA vão continuar aceleradas em 2026, impulsionando investimentos e mudanças estruturais em setores inteiros dentro das empresas. E esse movimento não aparece somente no campo teórico. Basta olhar com atenção para ver que ele surge em áreas onde a tecnologia ganha força.

Um dos pontos mais citados na pesquisa é o desenvolvimento de software, com 60% dos entrevistados brasileiros afirmando que os agentes devem transformar esse trabalho. A tendência é que essas ferramentas assumam partes significativas das etapas operacionais, desde testes automáticos até correção de erros e geração de código.

O impacto não para por aí. A pesquisa ainda indica que 48% acreditam que bancos e serviços financeiros serão os que mais usarão a IA Agêntica nos próximos anos, o mesmo percentual observado em mídia e entretenimento. A reflexão faz sentido.

São segmentos que lidam com dados em volume e velocidade altos, nos quais agentes capazes de aprender, executar e tomar decisões têm muito espaço para atuar.

Outro ponto importante do estudo é que, para 56% dos entrevistados, a tecnologia mais impactada será a robótica. Isso reforça a expectativa de que agentes deixarão de existir apenas no ambiente digital e passarão a operar junto a dispositivos físicos, máquinas que se adaptam, executam, corrigem e coordenam sistemas inteiros sem depender de comandos contínuos.

Esse avanço também vai impactar a segurança. Segundo o IEEE, 56% dos brasileiros esperam que agentes sejam usados para identificar vulnerabilidades de cibersegurança em tempo real. Em vez de tratar de eventos depois que acontecem, a tecnologia começa a agir antes, prevenindo ataques e fortalecendo operações críticas.

Ao mesmo tempo, a evolução da automação do relacionamento com clientes aparece como uma das aplicações mais mencionadas, com 40% dos entrevistados acreditando que a IA Agêntica vai assumir parte desse atendimento para solucionar demandas simples, antecipando necessidades e gerando experiências mais proativas.

Quando juntamos tudo, fica evidente que os Agentes de IA são diferentes de qualquer outro movimento tecnológico. Isso abre espaço para direcionar agentes a tarefas que hoje consomem esforço humano desnecessário. Veja outros caminhos que também ganham força:

● Processos que se ajustam sozinhos: agentes monitoram fluxos, identificam gargalos e executam correções.

● Operações híbridas com robótica: máquinas se tornam mais autônomas em fábricas, armazéns e centros de distribuição.

● Tomada de decisão mais rápida: previsões, análises e recomendações em poucos segundos.

● Proatividade no relacionamento com o cliente: experiências resolutivas, sem fricção e com respostas rápidas.

O estudo reforça que 2026 pode marcar um ponto de virada. Assim como a IA Generativa deixou de ser novidade para virar ferramenta do nosso dia a dia, a IA Agêntica tende a assumir um papel mais ativo e, em muitos casos, autônomo nas operações das empresas.

Para quem lidera tecnologia, esse movimento pela inovação já começou. Mapear tarefas repetitivas, entender decisões que seguem padrões, criar espaços seguros para testar agentes e permitir que essa tecnologia evolua com o negócio são pontos importantes para a evolução da ferramenta com o passar do tempo.

Se 2025 consolidou a IA como copiloto, o ano de 2026 deve marcar a chegada dos assistentes autônomos. E a pergunta que fica é: como cada empresa quer participar desse novo ciclo?


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Fonte Oficial: https://startupi.com.br/por-que-2026-tem-tudo-para-ficar-conhecido-como-o-ano-dos-agentes-de-ia/

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