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ARTIGO, por Lucas Mendes: “Segurança no varejo. De proteção a resultados concretos para o negócio”

Ao longo dos últimos anos, tenho acompanhado de perto a transformação da segurança no varejo. O que antes era tratado como camada isolada de proteção hoje ocupa papel muito mais estratégico, apoiando diretamente a eficiência operacional, a tomada de decisões e a experiência do cliente. Essa mudança não acontece por acaso – ela é resposta direta aos desafios reais que o setor enfrenta diariamente.

O aumento dos furtos e das perdas segue pressionando as operações varejistas, ao mesmo tempo em que as margens se tornam cada vez mais estreitas. Nesse cenário, investir em tecnologia deixou de ser apenas medida defensiva e passou a ser uma forma de gerar resultados mensuráveis. Vejo cada vez mais redes utilizando dados de segurança para entender o que acontece nas lojas, antecipar riscos e agir de forma mais rápida e assertiva.

Um ponto que considero decisivo nessa evolução é a adoção de plataformas verdadeiramente unificadas. Em vez de operar diferentes sistemas desconectados, os varejistas passam a concentrar vídeo, controle de acesso, alertas e dados operacionais em um único ambiente. Essa unificação simplifica a operação, reduz a complexidade do dia a dia e oferece uma visão muito mais clara do que está acontecendo – não apenas do ponto de vista da segurança, mas do negócio como um todo.

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Na prática, isso se traduz em ganhos reais. Times conseguem responder mais rápido a incidentes, gestores passam a identificar padrões com facilidade e decisões deixam de ser reativas para se tornarem estratégicas. A segurança, nesse contexto, deixa de ser apenas centro de custo e passa a contribuir diretamente para eficiência, produtividade e melhores resultados operacionais.

Outro aspecto que observo com frequência no varejo é a necessidade de flexibilidade. Cada rede tem sua própria realidade, seja em termos de maturidade tecnológica, expansão geográfica ou estratégia de crescimento. Por isso, soluções modernas precisam permitir diferentes modelos de implantação – desde ambientes 100% em nuvem, passando por infraestruturas totalmente físicas, até abordagens híbridas, que combinam ambos os cenários. Essa flexibilidade garante que a tecnologia acompanhe o negócio, e não o contrário.

Quando a segurança é pensada dessa forma, como uma plataforma unificada, flexível e orientada a resultados, o impacto vai muito além da prevenção de perdas. Os dados passam a apoiar ajustes operacionais, otimização de fluxos, melhor alocação de equipes e decisões mais inteligentes no dia a dia das lojas.

Minha experiência mostra que os varejistas que adotam essa abordagem conseguem operar com mais previsibilidade, resiliência e eficiência. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a segurança deixa de ser apenas necessidade operacional e se torna aliada estratégica para sustentar crescimento e performance no longo prazo.

LUCAS MENDES
Gerente Nacional de Vendas na Genetec.

Fonte Oficial: https://agenciadcnews.com.br/__trashed-8/

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