in

egos inflados corroem o Ebitda

Para o profissional de contabilidade e controladoria, o capital humano muitas vezes aparece apenas na linha de despesas de pessoal, traduzidas na antiga palavra usada “departamento de pessoal”. No entanto, sob a ótica da Governança Humana, a baixa maturidade emocional das lideranças deve ser encarada como um passivo contingente real.

O Impacto do Ego no EBITDA

Como mentora de profissionais estratégicos, especialista de RH e inteligência emocional, defendo que o RH que não fala a língua do dinheiro não serve ao negócio. Conflitos interpessoais derivados de egos inflados nas cadeiras de diretoria geram custos tangíveis: queda de produtividade, perda de talentos estratégicos e processos judiciais. Esses elementos corroem o EbitdaEBITDA de forma mais agressiva do que muitos gargalos operacionais óbvios.

Métricas de Sustentabilidade Humana

É necessário traduzir o comportamento humano em indicadores financeiros. Uma auditoria comportamental pode identificar falhas de liderança que precedem crises financeiras. A sustentabilidade humana é, portanto, um pilar de sustentabilidade econômica.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Indicadores de Risco Comportamental:

Turnover de Liderança

Custo de substituição e perda de know-how.

Fragilidade na sucessão.

Absenteísmo Psicológico

Presentismo: o colaborador está lá, mas não produz.

Incapacidade de engajamento.

Passivo Trabalhista Comportamental

Indenizações por assédio ou má gestão.

Falha ética e de controle.

O contador moderno deve olhar além dos números frios e entender que a saúde do balanço patrimonial depende diretamente da maturidade do sistema humano da organização.

O artigo enviado pelo autor, devidamente assinado, não reflete, necessariamente, a opinião
institucional do Portal Contábeis.



Fonte Oficial: https://www.contabeis.com.br/artigos/76522/governanca-humana-egos-inflados-corroem-o-ebitda/

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Entenda o novo Desenrola Brasil, lançado hoje pelo governo federal