in

ChatGPT passa a analisar links suspeitos

A utilização da inteligência artificial avança para além das rotinas de produtividade e passa a integrar estratégias de prevenção a crimes digitais. A OpenAI incorporou ao ChatGPT uma base de dados especializada em segurança cibernética, permitindo que usuários realizem análises técnicas de links, e-mails e contatos suspeitos diretamente na plataforma.

A funcionalidade utiliza informações da Malwarebytes, empresa que mantém um histórico de monitoramento de ameaças digitais ao longo de quase duas décadas. Com a integração, o chatbot passa a consultar registros técnicos antes de apresentar uma resposta sobre o conteúdo enviado.

Verificação vai além da análise textual

Diferentemente do uso tradicional da IA, que interpreta padrões de linguagem, a nova função realiza checagens estruturadas em banco de dados especializado.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ao receber um link, por exemplo, o sistema pode:

  1. Identificar redirecionamentos invisíveis ao usuário;
  2. Avaliar a reputação do domínio;
  3. Verificar a data de criação do site;
  4. Consultar registros associados a fraudes ou abusos anteriores.

A partir dessas informações, o usuário recebe um retorno com base em indicadores técnicos de risco.

Recurso disponível para todos os usuários

A ferramenta pode ser ativada tanto por assinantes pagos quanto por usuários do plano gratuito. A conexão é feita dentro da própria plataforma, por meio da seção de exploração de ferramentas adicionais.

Após a ativação, basta mencionar o recurso na conversa e inserir o conteúdo que se deseja analisar. A resposta é apresentada no mesmo ambiente de chat.

Crescimento de fraudes digitais amplia busca por proteção

O lançamento ocorre em um cenário de expansão das fraudes online. Mensagens falsas, sites clonados e comunicações que simulam instituições oficiais estão cada vez mais sofisticados, inclusive com o uso de inteligência artificial para produção de textos persuasivos.

Relatórios internacionais indicam que golpes digitais geraram prejuízos bilionários aos consumidores no último ano, o que tem levado empresas de tecnologia a incorporar camadas adicionais de proteção.

Para organizações e escritórios que lidam com documentos fiscais, dados financeiros e sistemas governamentais, a possibilidade de realizar verificações preliminares antes de acessar links pode contribuir para mitigar riscos operacionais.

Com essa ampliação de funcionalidades, a inteligência artificial passa a integrar não apenas processos produtivos, mas também mecanismos de análise preventiva no ambiente digital.



Fonte Oficial: https://www.contabeis.com.br/noticias/75457/chatgpt-passa-a-analisar-links-suspeitos/

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Polilaminina: entenda a esperança e os testes ainda necessários