A Reforma Tributária altera de forma significativa a tributação do e-commerce no Brasil, principalmente com a implementação da tributação no destino por meio do IBS e da CBS.
Empresas que vendem online para todo o país precisarão rever precificação, estratégia comercial e planejamento tributário, sob risco de perda de margem e competitividade.
Tributação no destino: o fim da lógica atual
Com o IBS, o imposto deixa de privilegiar o estado de origem e passa a ser devido ao estado do consumidor final.
Modelos de precificação padronizados passam a gerar distorções de margem.
Precificação e frete: impacto direto no resultado
No e-commerce, pequenas variações tributárias afetam diretamente o preço final.
A contabilidade para e-commerce passa a ser parte essencial da formação de preço.
Marketplaces e cadeia de crédito
Vendedores em marketplaces precisarão observar não apenas sua carga tributária, mas também a geração e aproveitamento de créditos ao longo da cadeia.
A Reforma Tributária muda a lógica de escolha do regime tributário no e-commerce.
Governança fiscal e tecnologia deixam de ser apoio
A Reforma Tributária já exige ação das empresas de e-commerce, mesmo antes de sua implementação completa.
Quem revisar agora precificação, estrutura tributária e processos fiscais estará mais preparado para competir no novo cenário.
No e-commerce, antecipação será vantagem competitiva.
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