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ARTIGO, por Ana Claudia Badra Cotait: “O Brasil que queremos em 2026 – estabilidade, crescimento e mais mulheres na política”

O ano de 2026 será decisivo para o Brasil. Não apenas pelo calendário eleitoral, mas pela oportunidade de reafirmarmos um compromisso nacional com a estabilidade econômica, o fortalecimento das instituições e a retomada do desenvolvimento sustentado – aquele que gera emprego, renda e perspectivas reais para as famílias e para quem empreende.

Vivemos um tempo em que a sociedade brasileira exige mais do poder público: eficiência, integridade, resultados e capacidade de diálogo. E isso só será possível se a política voltar a ser, acima de tudo, instrumento de construção coletiva. É nessa direção que a responsabilidade fiscal, e a busca por consensos tornam-se pilares indispensáveis.

Para 2026, o Brasil precisa enfrentar desafios estruturais com maturidade. A economia pede segurança jurídica, modernização do Estado, simplificação tributária, redução do custo Brasil e uma agenda clara de competitividade. A combinação entre inflação controlada, responsabilidade na gestão pública e estímulo ao investimento produtivo é o caminho mais sólido para recuperar a confiança. 

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Ao mesmo tempo, é essencial olhar para a base real da economia: o pequeno e médio empreendedor, o comércio, os serviços, a indústria e o agronegócio. São esses setores que sustentam o crescimento, geram empregos e movimentam as cidades. O Brasil só crescerá se valorizar quem produz. O país amadureceu e espera líderes capazes de construir pontes. A população está cansada do radicalismo.

É hora de lideranças que falem menos para as bolhas e mais para o Brasil real. Lideranças que entendam o valor do diálogo com seriedade.

FILIAÇÃO AO PSD – Minha filiação ao Partido Social Democrático (PSD) nasce desse entendimento: precisamos de uma política mais equilibrada, competente e orientada a resultados. O PSD tem se consolidado como uma força política com vocação democrática, capacidade de articulação e compromisso com pautas que interessam diretamente à sociedade.

Assumo essa caminhada com senso de responsabilidade e com o olhar voltado para o futuro: um futuro em que o crescimento econômico seja acompanhado de inclusão, oportunidades e justiça social. Se queremos um Brasil mais moderno e eficiente, precisamos também de uma política mais representativa.

As mulheres são maioria da população, têm papel fundamental na economia e diplomacia comercial, consenso na educação, na gestão e no empreendedorismo. Ainda assim, permanecem sub-representadas nos espaços de poder.

Mulheres na política não são apenas símbolo, são solução. Estudos e experiências mostram que a presença feminina qualifica a tomada de decisão, amplia o foco em políticas públicas estruturantes e fortalece a ética na gestão pública. E mais: aproxima a política das reais demandas da sociedade, especialmente nas áreas de saúde, educação, segurança, primeira infância e proteção social.

Incentivar e ampliar a participação feminina significa corrigir distorções históricas e abrir espaço para novos estilos de liderança. A eleição de 2026 precisa ser tratada como oportunidade de escolha nacional: queremos um Brasil que apenas reaja às crises, ou um Brasil que planeje e construa o futuro?

Acredito no Brasil que cresce com responsabilidade, que respeita instituições, que promove empreendedorismo. E acredito, com convicção, que o Brasil será mais forte quando mais mulheres ocuparem os espaços de decisão.

ANA CLAUDIA BADRA COTAIT
Presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC). A entidade é parte da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). E atua como um fórum de referência de estudos, debates e inspirações à mulher empreendedora, além de desenvolver ações, campanhas e projetos sociais e culturais. O CMEC tem mais de 900 conselhos da mulher distribuídos pelo Brasil.

Fonte Oficial: https://agenciadcnews.com.br/artigo-por-ana-claudia-cotait-o-brasil-que-queremos-em-2026-estabilidade-crescimento-e-mais-mulheres-na-politica/

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