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Modelos de receita inovadores que você ainda não está usando

Em um mercado cada vez mais competitivo e digital, depender apenas da venda direta de produtos ou serviços pode limitar o crescimento de uma empresa. Diversificar a forma como o dinheiro entra no caixa é uma das estratégias mais eficazes para ampliar o alcance do negócio, reduzir riscos e criar novas oportunidades. Muitos empreendedores, no entanto, ainda não exploram modelos de receita que vêm ganhando força em startups e empresas digitais ao redor do mundo.

Um dos exemplos mais promissores é o modelo de assinatura personalizada, que vai além do tradicional “pague mensalmente e tenha acesso”. Nesse formato, o cliente escolhe exatamente o que quer consumir, com flexibilidade para ajustar o plano com base em suas preferências. Isso melhora a experiência e aumenta a fidelização. Empresas de streaming, software e até alimentação saudável já adotaram variações desse modelo.

Outra tendência em alta é o modelo freemium com recursos desbloqueáveis por desempenho, bastante comum em aplicativos. Nele, o usuário tem acesso gratuito a funcionalidades básicas e pode liberar outras conforme seu engajamento. Isso estimula o uso contínuo e aumenta a chance de conversão para planos pagos — tudo sem pressão direta de vendas.

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O comércio como serviço, também conhecido como CaaS, começa a ganhar espaço no Brasil. Nele, marcas oferecem suas plataformas de vendas para terceiros, gerando receita a partir do uso da infraestrutura digital. Esse modelo é usado por marketplaces, mas também por empresas que transformam seus sistemas internos em soluções alugáveis.

Há ainda o modelo de economia reversa, que envolve a recompra de produtos usados, sua reformulação e revenda com margem ajustada. Negócios voltados para sustentabilidade e economia circular têm apostado nisso para atrair públicos conscientes e ampliar os canais de entrada de receita.

Para Marcos Soares, jornalista do VIP CEO, o maior erro dos empreendedores brasileiros é subestimar o poder da reinvenção. Segundo ele, “há uma resistência natural em testar novas formas de monetização, mas as empresas que crescem de verdade são aquelas que experimentam, erram rápido e descobrem o que funciona. A inovação nos modelos de receita pode ser mais transformadora do que um novo produto”.

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